A comissória de bordo Débora Welker gravou um vídeo denunciando o hipnólogo Pyong Lee, que está no BBB20. Brasileira que mora em Dubai, ela contou que há quatro anos foi chantageada pelo brother depois de os dois terem ficado uma vez.

Débora, que tem 30 anos, contou que conheceu Pyong em uma festa e os dois ficaram. Na época, o brother contou que estava solteiro e queria uma relação séria. Elas começaram um relacionamento – e foi aí que Pyong revelou que já tinha uma namorada, o que deixou Débora revoltada.

“Enfim, não fiquei mais com ele. Passou uns dois meses e eu fui numa festa, conheci outro menino e a gente ficou. E ele me disse que estava com um amigo. Quem era? Sim, ele (Pyong). A gente fingiu que não se conhecia e ele esperou o menino ir no banheiro. Pedi a ele para não contar para o amigo que a gente já tinha ficado, já que não tinha sido nada demais. Ai ele: ‘É, eu não vou falar, mas você vai ter que continuar ficando comigo’. Ele me chantageou para eu continuar saindo com ele”, revelou Débora.

Débora afirmou que Pyong é “uma pessoa sem caráter, extremamente arrogante, que humilha os outros”. “Sabe aquele tipo de pessoa que trata o garçom mal? Ele é mentiroso, falso. Só que ele é inteligente, então é extremamente manipulador. É um ator nato. Não tem caráter. Humilha as pessoas, arrogante. Se acha porque tem dinheiro. Se acha o famosão. É insuportável”, diz.

Para o colunista Leo Dias, de Uol, a comissária de bordo diz que desde que revelou a história recebeu mensagens de garotas contando casos similares. “Daqui para frente só vão surgir mais e mais histórias, pode apostar. O que os outros dizem sobre mim não me importa. Eu sei quem sou”.

A assessoria de Pyong disse que desde a festa de sábado, quando o hipnólogo foi acusado de assediar Marcela e Flay, começaram a surgir ataques contra ele.

“Nosso ponto é que o Pyong, por estar confinado no BBB20, infelizmente não pode se defender pessoalmente. O que facilita o surgimento de acusações e acusadores. Principalmente por ser um programa de muita audiência. Mas nós conhecemos ele e a família profundamente, a ponto de sinceramente acreditarmos que esse episódio não é condizente com a personalidade e caráter do Pyong Lee. Quando esses assuntos aparecem, nos chamam a atenção. E a gente faz questão de apurar com a família, amigos, gente do convívio diário do Pyong, até para evitar sermos surpreendidos por qualquer desdobramento”, diz.

Sobre a denúncia de Débora, a assessoria lembra que Pyong já era uma figura pública quando o caso ocorreu e ela nunca procurou fazer a denúncia. “E esse assunto só surgiu agora, sendo que a alegação é que o episódio tem 4 anos”.

Fonte: Correio