Paquera na Ufba e dublê de Ivete: os rolés de Mari Baianinha em Salvador antes do BBB

Mari foi miss Lauro de Freitas em 2014 (Foto: Reprodução)

Seis anos antes de uma performance de ‘A lua me traiu’ no BBB 20 que faria inveja a Joelma, dividindo o trono de rainha das festas dessa edição com as amigas Flay e Boca Rosa, Mari Gonzalez mal frequentava os reggaes de Salvador. No início de 2014, quando ainda assinava apenas Mariana nas listas de chamada da faculdade, Mari Baianinha se dividia entre sua casa no Dois de Julho, as salas de aula do colégio São Bento e depois da Universidade Federal da Bahia (Ufba), onde cursou Educação Física.

Festinhas da Ufba? Comer água nos barzinhos do Rio Vermelho? Que nada. O único rolé da anônima Mariana era curtir o sol nas praias de Salvador. “Só fui começar a beber mesmo depois que me mudei para São Paulo, no segundo semestre de 2014, quando já tinha 20 anos”, conta a ex-panicat e agora ex-BBB.

Já famosa após o Pânico na Band, Mari foi convocada no fim de 2019 para ser uma das famosas da 20ª edição do reality. Após terminar na quinta posição do reality, em entrevista ao CORREIO ela comenta sobre alguns momentos de sua passagem pelo programa e relembrou a sua vida em Salvador antes da fama – quando foi modelo, miss Lauro de Freitas e até ‘dublê’ de Ivete Sangalo. Confira:

1 – Você se incomoda em ser chamada de Mari Baianinha? Prefere o Gonzalez?

Não me importo que me chamem de Mari Baianinha, amo ser baiana e esse apelido. Cada um tem que me chamar da maneira que achar melhor, e tá tudo bem!

2 – Como surgiu a oportunidade de participar do BBB? Como foi o convite? 

Eu recebi uma ligação com o convite e fiquei chocada na hora. Eu tava com meu namorado do lado [Jonas, também ex-BBB] e ele disse ‘vai para a entrevista’, e eu topei conversar. A partir daí só foi resolver os processos direitinho, mas desde a ligação eu já topei.

3 – O fato de ter um namorado ex-BBB pesou para você aceitar? Ele te deu alguma dica?

Meu namorado desde o início me apoiou, foi um parceirasso. Mas o BBB não tem um padrão. É você entrar lá e viver aquilo. Cada edição conta uma história diferente. Então a dica que ele me deu foi muito clichê, mas ajudou bastante que foi ‘seja você, dance, curta, dê risada, fale besteira, treine… E aí as pessoas têm que se identificar com seu jeito’.

4 – Durante boa parte do programa a impressão do público era de que você era excluída por Manu, Gizelly, etc… Você também tinha essa impressão? Como você se sentia?

Em alguns momentos do jogo me senti sozinha, não exatamente por essas pessoas, mas me senti excluída, sim.

5 – Durante parte do programa, você chegou a ser classificada como planta tanto por parte do público como por alguns participantes. A que você atribui isso?

Eu não ouvi tanto lá dentro que eu era planta, na verdade os participantes sempre comentavam que todos ali eram protagonistas por ter personalidade.

6 – Você teve uma química maior com Ivy do que com a Flay. Você acha que escolheu errado as alianças que formou na casa?

Acho que cada relação de amizade é diferente. Tive uma com a Flay, com a Ivy, e cada uma com suas qualidades e seus problemas. Tudo aconteceu como tinha que ser, cada uma em seu momento e seu propósito. Mas, claro, se eu pudesse ter me envolvido com a Ivy antes, o faria pois a amo de paixão.

7 – Como era a Mari em Salvador? Quais rolês ela dava?

Ela estudava, trabalhava, ficava muito em casa com meus pais e ia muito para a praia. Era o rolê que eu mais amava. Sou apaixonada por Salvador.

Look 2012 de Mari, com direito a ‘colar do infinito’ e tudo (Foto: Reprodução)

8 – Onde a Mari anônima comia água?

Eu não bebia quando morava em Salvador, comecei a comer água mais quando ia para São Paulo. Eu ia para alguns rolês assim antes de me mudar, mas poucos.

9 – Quando você estava no programa viralizou uma cantada que você recebeu ainda na época da Ufba. Como era a Mari na faculdade? E como era receber vários fretes e não poder aproveitar a vida universitária “apropriadamente” por estar namorando?

Eu não tinha vindo para São Paulo ainda, não era conhecida. Então, não curti muito essa vida de festa na Ufba e tal. E eu também não recebia muita cantada, acho que foi só essa mesmo.

A estudante Mariana rebaixando Megan Fox a ‘Megan Fusca’ (Foto: Reprodução)

10 – Onde você morava e onde estudou?

Morava no Dois de Julho e estudei no colégio São Bento.

11 – Você ainda mantém contato com as pessoas daqui? Quando vem para Salvador, o que gosta de fazer?

Ainda tenho contato com minhas amigas das antigas e toda a minha família. E quando vou geralmente curto a praia e todos os lugares únicos que a cidade tem.

12 – E no Carnaval, você era pipoca, bloco, camarote ou ficava em casa mesmo? Qual trio você fazia questão de correr atrás?

Já fui de tudo. Inclusive eu morava bem perto do circuito do Campo Grande. Eu amo o Carnaval e amo Ivete, Claudinha, Bell Marques, Banda Eva, Léo Santana, Anitta… Curto todos

13 – Importante: você é Bahia ou Vitória?

Eu sou Vitória!

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Baianinha e rubro-negra (Foto: Divulgação / EC Vitória)

14 – O quanto de baianidade você tem em sua personalidade que conquistou tanta torcida no Brasil?

Eu sou toda baiana, gente. Espero que 100%. Nós temos um jeito único de ser. Nós somos alegres, extrovertidos, doces, temos uma pitada de pimenta que é só nossa.

15 – Vendo algumas matérias antigas, vi que você foi miss Lauro de Freitas e era “dublê” de Ivete Sangalo. Conte mais sobre essas histórias

Isso é verdade. Eu era modelo aqui em Salvador e antes de Ivete chegar para fazer os comerciais eu ia para testar luz, posição da câmera… Foi uma época muito marcante da minha vida.

Fonte: Correio