Esforço da Yamana para manter unidade funcionando ajuda cidade de Jacobina

Em condições normais de operação, a Yamana Gold emprega 2.139 pessoas em Jacobina. A empresa é a maior empregadora da região, além de ser responsável também por boa parte da renda gerada pelo município, graças ao pagamento de royalties pela produção mineral. Quando estourou a crise provocada pelo avanço do coronavírus no Brasil, a produtora de ouro não apenas manteve seu papel de geradora de riquezas como assumiu o protagonismo nas ações de apoio aos seus trabalhadores e à população local em geral.

Foram realizadas doações de máscaras, álcool gel, equipamentos de proteção para profissionais de saúde, materiais para a revitalização do Hospital Regional, que será referência local no tratamento da covid-19, entre outras medidas. Para quem vive do comércio, abalado pelas regras de isolamento, foram distribuídas mais de 2 mil cestas básicas, além da doação de kits de higienização e máscaras para pessoas carentes.

“Criamos um fundo de apoio para que o município utilize à medida em que for precisando para atender as necessidades da população”, conta Sandro Magalhães, vice-presidente de Operações Brasil e Argentina da Yamana Gold.

Ele conta que todos os cuidados foram tomados para garantir a integridade dos funcionários na unidade e fora dela. A direção da empresa no Brasil optou pela redução em 50% no número de pessoas trabalhando, mas fez o possível para que a unidade siga operando. “Todas as medidas que pudessem proporcionar o distanciamento social e as boas práticas de higiene foram tomadas”, conta Sandro Magalhães.

“Nós entendemos a importância econômica que temos para a região. E como maiores pagadores do Cfem (royalties minerais), isso se converte em benefício para o próprio município. Nesta gestão de crise, foi muito importante o apoio da prefeitura local, para que a empresa se mantenha funcionando”, destacou Sandro Magalhães.

Menos gente nos locais de trabalho, mais veículos para o transporte, garantindo que não haja aglomerações, além de um aumento na oferta de espaços para a higienização, medição de temperatura, mudanças na estrutura dos refeitórios e investimentos em conscientização.

Por uma política da empresa, 90% dos empregos são baianos, sendo 87% da região de Jacobina. “Quando você trabalha na mineração, impacta positivamente a vida de mais 13 pessoas por cada funcionário. Como temos pouco mais de 2 mil em uma cidade com 80 mil habitantes, isso mostra uma dependência de 34% daquela população em relação ao que nós produzimos”, destaca Magalhães.

Conteúdo especial do projeto Indústria Forte, iniciativa do CORREIO, com o patrocínio do Hapvida, Sotero Ambiental e Yamana Gold, apoio da Claro, FIEB e Larco e parceria do Sebrae.

Fonte: Correio