A nuvem de gafanhotos que se aproximava do Brasil e se trasnformava em mais uma dor de cabeça para o país que convive com o pico da pandemia de coronavírus, parece ter perdido força nas proximidades de Sauce, em Corrientes. O frio na região se tornou um aliado, já que o inseto prefere climas quentes e secos.

Mas, ainda em solo argentino, os gafanhotos saíram do radar dos pesquisadores do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa), do país, que por meio de uma rede social solicitou o auxílio de produtores rurais da região.

“Uma vez detectado, o objetivo é realizar as ações de controle pertinentes. A província de Corrientes tem um avião disponível para realizar o tratamento. A área em que trabalhamos é de difícil acesso, com poucas estradas. Nesse sentido, pedimos aos produtores da área que entrem em contato com o Senasa se eles tiverem informações sobre a praga. Se somos mais comunicados, estamos melhor preparados”, diz uma sequência de posts do órgão.

Além do Senasa, a nuvem de gafanhotos vem sendo monitorada também pelos governos do Brasil e Uruguai nesta última semana, por serem seu possível destino. Estima-se que ela tenha cerca de 20km² de extensão e dependendo das condições do vento, pode percorrer até 150 km por dia.

Fonte: Agencia Brasil