Banhistas sem máscaras são multados em praias do Rio

 Uma blitz da Guarda Municipal do Rio multou banhistas que desobedeceram a determinação de usar máscaras e a proibição de permanecer nas areias das praias cariocas no sábado (11). Na sexta-feira, a cidade entrou na terceira fase da flexibilização da quarentena, que permite o acesso às praias apenas para a prática de atividades esportivas individuais.

Nesta semana, o prefeito Marcello Crivella (Republicanos) informou que só deve liberar de vez o acesso à orla quando a taxa de transmissão do novo coronavírus estiver próxima de zero ou quando houver vacina para a doença. As equipes da Guarda Municipal abordaram pessoas no calçadão e nas areias da praia de Copacabana, na zona sul da cidade.

O uso de máscara é obrigatório em locais públicos do Rio desde o dia 21 de maio. A multa para quem desobedece a determinação é de R$ 107.
“A multa tem um viés educativo, pois enfatiza a necessidade de se tomar o cuidado de colocar máscara de proteção quando precisar sair na rua”, explicou José Ricardo Soares, comandante da Guarda Municipal.

Em um mês de atuação, a entidade registrou 1.289 infrações sanitárias. Do total de infrações registradas entre os dias 5 de junho e 8 de julho, 737 foram pela falta do uso de máscara facial, sendo 568 constatadas em via pública e 169, dentro de estabelecimentos comerciais.

Os cariocas aproveitaram o sábado para passear nos parques da cidade, que reabriram na última quinta (9) – com exceção da Quinta da Boa Vista e do Parque Madureira, na zona norte. Para frequentar os locais, é obrigatório o uso de máscaras. Também é proibido causar aglomeração.
No Parque Nacional da Tijuca, na zona norte, e no Parque Lage, na zona sul, o acesso de veículos motorizados continua proibido. Também não é possível visitar mirantes, cachoeiras, duchas, rios, lagos, lagoas, praças e áreas compartilhadas. São permitidos grupos de até dez pessoas.

O Jardim Botânico só receberá visitantes com agendamento prévio pelo site. Alguns espaços do local continuam fechados para evitar concentração de pessoas.

Fonte: Agencia Brasil