Turismo vai capacitar sete mil profissionais em Salvador, diz ACM Neto

O prefeito ACM Neto anunciou nesta terça-feira (4) novas medidas para recuperação do setor de turismo de Salvador, um dos mais afetados pela pandemia. A primeira é o projeto Capacita Salvador, que vista formar 7 mil profissionais de turismo a partir de setembro. Outra novidade é a implantação do Selo Sanitário da Prefeitura, que certificará bares, restaurantes, hotéis que cumprirem os protocolos de higiene. Neto falou durante a inauguração do Centro de Recuperação do Turismo (CRT), no Comércio.

O Capacita Salvador tem investimento de R$ 11 milhões através de um contrato com o Banco Internacional de Desenvolvimento (BID), pelo Pregetur. “Não é apenas capacitar a mão de obra com os padrões. Vamos precisar repensar como vender Salvador. Vai ser um verão diferente de todos os outros. Não serão os grandes eventos, o Festival da Virada, as lavagens e o Carnaval. O mais provável é o adiamento dessas atividades”, afirmou o prefeito.

Sobre o selo, Neto explicou que é uma tentativa de passar segurança aos clientes nesse momento de retomada. “Não adianta abrir sem que as pessoas se sintam seguras para ir. Então a gente está lançando um processo de certificação, um selo, para os principais estabelecimentos da cidade”, contou. “Vai ser trabalhado em bares, restaurantes, hotéis, equipamentos culturais, transportadoras…”, listou. “Nossa ideia é de certificar 600 estabelecimentos ligados ao setor de turismo”.

Além disso, a prefeitura fará uma parceria com a WTTC (The World Travel & Tourism Council), reconhecida internacionalmente, para entregar também o selo Safe Travel para os locais que cumprirem rigorosamente os protocolos. “O que a gente espera? Que o turista, e mesmo o consumidor local, quando ele pretenda ir para um ambiente seguro, ele se certifique que ali tem o selo. E que a presença do selo seja um chamariz, um convite para que a pessoa possa entrar naquele estabelecimento”, disse Neto.

Todas as ações, somadas, chegam a investimento de R$ 20 milhões no setor de Turismo.

Fonte: Correio