Labchecap reforça procedimentos de biossegurança

Nunca se falou tanto em biossegurança quanto nos últimos meses, desde que a pandemia do novo coronavírus tomou conta do mundo. Hospitais, clínicas e laboratórios, entre outras empresas do segmento de saúde, precisaram reforçar suas medidas de prevenção para proteger seus colaboradores e pacientes, minimizando os riscos de contrair a covid-19.

Com o Labchecap – Laboratório de Análises Clínicas não foi diferente. A empresa baiana tem 32 unidades, realiza mais de 10 milhões de exames por ano, atendendo a cerca de 800 mil clientes. Números expressivos que exigiram investimentos em logística, treinamento equipamentos para se adequar à nova realidade de maneira rápida e uniforme.

De acordo com a Farmacêutica Bioquímica e Diretora Operacional do Labchecap, Vanda Baqueiro (CRF 1897), os cuidados de biossegurança, que são medidas técnicas definidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para garantir a segurança dos processos tanto para os colaboradores quanto para os pacientes, sempre foram seguidos, independentemente da pandemia ocasionada pelo novo coronavírus. “Controles de riscos são inerentes à área de saúde. O foco das ações que envolvem biossegurança é em cima das instalações do laboratório, no controle dos agentes biológicos e na melhora do cuidado com os colaboradores e pacientes”, explica.

O que mudou com a presença do SARS-CoV–2 foi, por exemplo, a adoção de mais Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). “Sempre se usou luva, gorro, máscara e jaleco. Sempre se lavou as mãos entre o atendimento de um paciente e outro. Com a pandemia, houve um reforço na quantidade de EPIs. Além dos óculos, adotamos o protetor facial, que é mais uma barreira contra o vírus, as máscaras N-95 e PFF 2 e o jaleco descartável”, lista.  Algumas ações foram intensificadas, como lavar as mãos. Outros cuidados foram incorporados, como passar álcool em gel e usar os tapetes sanitizantes para desinfetar os calçados.  

Para adotar as práticas de biossegurança no Labchecap, os profissionais de saúde passaram por treinamentos, “Nessa área é preciso estar o todo tempo se reciclando, entendendo que não podem baixar a guarda e precisam ficar atentos a todos os detalhes”, afirma a farmacêutica, que chama a atenção inclusive para a mudança de comportamento no convívio entre os profissionais. “Não se fala mais próximo do outro, como quando o distanciamento não existia, evita-se aglomerações e o toque”.

Novos tempos
Dra. Vanda acredita que, após a pandemia, muitas ações, até então comuns, não vão acontecer com tanta frequência, como as aglomerações, “acho que não vai haver essa proximidade”, ou dividir copos, “cada um vai ter sua individualidade de copo, talher”. Em casa, algumas mudanças já se toraram comuns, como tomar banho logo que chegam da rua e lavar as mãos com mais frequência. “Mudou a visão de que é preciso ter cuidado conosco porque os vírus não escolhem a pessoa. Com isso, há uma atenção maior para evitar outras doenças conhecidas e desconhecidas”, avalia a farmacêutica.

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Fonte: Correio