Bahia registra 75 mortes e 4.461 novos casos de covid-19 em 24h

A Bahia registrou 75 novas confirmações de óbitos e 4.461 novos casos de covid-19 (taxa de crescimento de +1,9%) de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado no final da tarde deste sábado (22).

Ao todo, outras 3.024 pessoas são consideradas curadas (+1,4%) da doença que já matou, desde o início da pandemia, 4.832 pessoas. Isso representa uma letalidade de 2,06%.

Dos 234.204 casos confirmados até aqui, 214.261 já são considerados curados e 15.111 encontram-se ativos. 

A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 413 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (31,49%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Almadina (4.941,43), Dário Meira (4.547,15), Salinas da Margarida (4.257,36), Itapé (4.189,02) e Ibirataia (4.120,95).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 435.141 casos descartados e 86.637 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste sábado.

Na Bahia, 18.809 profissionais da saúde foram confirmados para covid-19.

Óbitos
A Sesab explica que o boletim epidemiológico deste sábado contabiliza 75 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. 

Bahia registra 75 mortes e 4.461 novos casos de covid-19 em 24h

A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da covid-19. 

Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

Dentre os óbitos, 55,90% ocorreram no sexo masculino e 44,10% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 51,55% corresponderam a parda, seguidos por branca com 15,67%, preta com 15,27%, amarela com 0,85%, indígena com 0,12% e não há informação em 16,54% dos óbitos. 

O percentual de casos com comorbidade foi de 76,14%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (77,87%).

Fonte: Correio