Fechado há mais de 5 meses, Parque dos Abrolhos é reaberto de forma parcial

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) reabriu, de forma parcial, nesta terça-feira (1º) o Parque Nacional de Abrolhos, em Caravelas, cidade do extremo sul da Bahia. A unidade de conservação (UC) federal estava fechada desde 17 de março por determinação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por conta da pandemia do novo coronavírus. 

De acordo com o ICMBio, o público poderá usufruir da visitação comercial embarcada – que inclui a observação de fauna como baleias jubarte, flora e trilha monitorada em ilha – e todos os pontos de mergulho livre e autônomo. Porém, ainda permanecerá fechado ao público o Centro de Visitantes do Parque e a possibilidade de visitas por embarcações particulares. O desembarque nas ilhas será permitido apenas aos visitantes que estiverem em passeios com pernoites.

O Instituto divulgou que a reabertura obedece a uma série de medidas de prevenção. “Além disso, cada uma das cinco operadoras autorizadas a realizar a visitação comercial na UC federal apresentará condições adicionais, considerando recomendações pertinentes que se apliquem ao porte das embarcações e aos serviços oferecidos”, diz o ICMBio, em comunicado.

O número de visitantes conduzidos por condutores autorizados também foi ajustado: nas trilhas em ilhas, podem ser até oito visitantes para cada condutor; e para o mergulho autônomo segue a proporção de seis visitantes por condutor. Isso para garantir melhor distanciamento e segurança nas atividades, tais como a trilha monitorada na ilha Siriba, o mergulho livre e o mergulho autônomo. 

Segundo a UC, deve ser respeitado o distanciamento de 2 metros entre os visitantes durante as atividades nas trilhas nas ilhas, bem como durante as práticas de mergulho livre e autônomo. Ainda deverá ser obedecida a distância de um metro dentro dos botes infláveis no deslocamento entre o barco e a ilha e os pontos de mergulho. Somente grupos de uma mesma embarcação poderão desembarcar nas ilhas, minimizando o risco de contato entre grupos distintos.

  • Regras estabelecidas de prevenção

• Uso obrigatório de máscara de proteção facial cobrindo a região do nariz e boca, ainda que artesanal, durante todo o período que estiver no interior do parque.

• Disponibilizar álcool gel 70% ou produto de higienização para as mãos nas estruturas abertas à visitação e nos transportes terrestres e aquaviários, por meio do concessionário, operadores e prestadores de serviços.

• Para os atrativos que constituem a obrigatoriedade de uso de algum equipamento de proteção individual – EPI, estes não poderão ser compartilhados sem antes proceder a higienização e desinfecção dos equipamentos.

• Manter ambientes bem ventilados, com janelas e portas abertas, sempre que possível.

• Promover com frequência a limpeza e desinfecção dos ambientes, pisos, corrimãos, lixeiras, balcões, maçanetas, tomadas, torneiras e banheiros, além de outros objetos de uso coletivo, como cadeiras, sofás e bancos.

• Remover jornais, revistas, panfletos e livros dos locais de comum acesso para evitar a transmissão indireta.

• Estimular e priorizar a venda on-line de ingressos, serviços e/ou agendamentos, ou organizar o atendimento em filas para evitar aglomerações, considerando a marcação no piso com distanciamento de 2 metros, a partir do balcão e entre os clientes.

• Manter o distanciamento mínimo de 2 metros entre os sofás, mesas, cadeiras e bancos dos espaços comuns do empreendimento.

• Proceder a higienização e desinfecção de objetos (inclusive cardápios) e superfícies comuns, como as mesas e cadeiras após cada utilização.

• Os transportes terrestres e aquaviários de visitantes deverão priorizar a ventilação natural. Ao final de cada viagem, promover a limpeza e desinfecção dos veículos.

• Respeitar a capacidade de transporte de cada tipo de veículo e evitar superlotação e/ou aglomeração.

• Antes do início da operação, orientar os visitantes sobre os novos procedimentos de segurança adotados na empresa, incluindo os procedimentos de convivência, os protocolos demanipulação de objetos e alimentos.

Turismo suspenso há mais de cinco meses

O turismo no parque foi suspenso no dia 17 de março por determinação do Ministério do Meio Ambiente que fechou todos os parques federais por causa da pandemia do novo coronavírus.

A população local acabou muito prejudicada, porque o turismo é uma das principais atividades econômicas de Caravelas e de outras quatro cidades (Prado, Alcobaça, Nova Viçosa e Mucuri) que compõem a Costa das Baleias. Nesta mesma Costa encontra-se santuários ecológicos como o arquipélago de Abrolhos e passeio para o parque nacional é muito procurado.

Só no ano passado, o parque recebeu 8.044 visitantes, desses, em torno de 1.200 foram em embarcações particulares e mais da metade do total de visitantes fez o turismo na alta temporada que vai de julho a novembro. É nesta época que as baleias jubarte ficam na região por causa das águas mornas e tranquilas para reprodução e nascimento dos filhotes.

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Fonte: Correio