Grávida desaparecida desde quinta tem chá de bebê marcado para o fim de semana

A manicure Thaysa Campos dos Santos, de 23 anos, está desaparecida desde a última quinta-feira (3). Moradora de Deodoro, no Rio de Janeiro, a mulher estava empolgada com a chegada de sua terceira filha, Isabela. Não à toa, ela, que está grávida de oito meses, já tinha marcado um chá de bebê para o próximo domingo.

“Ela parecia feliz pelo chá de bebê, estava comprando tudo. Eu dei uma cômoda para ela no dia em que ela desapareceu (na última quinta-feira), e ela arrumou todas as roupinhas do neném” contou a mãe da jovem, a psicopedagoga Jaqueline Tavares Campos, ao jornal carioca “Extra”. 

Segundo ela, Thaysa saiu de casa por volta da meia-noite da última quinta-feira, e não voltou mais. A mãe afirmou, ainda, que a filha tem deficit de atenção e só estudou até o 7º ano do Ensino Fundamental:

“Não sei dizer o que aconteceu porque ela nunca fez isso. Ela é uma menina que se dá com todo mundo, não tem vícios, é muito comunicativa, gosta de ajudar as pessoas. Ele usava muito as redes sociais e ficava o tempo todo falando com a gente. Agora, o telefone está desligado, e a gente não sabe nada”, afirmou Jaqueline.

A mãe mora em Brasília com o marido há três meses. Ela esteve no início do mês no Rio de Janeiro, quando comunicou à Thaysa que voltaria a morar na Cidade Maravilhosa, o que foi comemorado pela filha, que está desempregada. 

Segundo a mãe de Thaysa, o pai da criança seria um homem que mora perto de onde a filha mora. Ela chegou a pensar em aborto, em certo momento, uma vez que ele não aceitava ser o pai da criança, mas não teria ido adiante com a ideia.

“Ela falou que um rapaz que vive perto de onde ela mora é o pai da criança e que ele só iria assumir quando nascesse e se fosse filho dele mesmo. Eu fiquei sem ação, porque ela já tinha dois filhos. Ela chegou a dizer que iria tirar, mas, nas redes sociais, dizia que estava feliz. Fiquei muito triste. Por que não se cuidou? Eu choro a toda hora, estou aflita e sem dormir direito .Eu só quero achar minha filha, e eu vou achar”, disse a mãe da criança.

Segundo o jornal Extra, a família registrou o caso numa delegacia e já rodou diversos hospitais do Rio, além do IML de Campo Grande e o do Centro do Rio. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

Fonte: Agencia Brasil