Dez mil edições do jornal CORREIO esgotam no primeiro dia de campanha

Com passos lentos, usando um chapéu de palha, camisa e calça social e ainda segurando um guarda-chuva, Severiano da Silva, 100 anos, chegou à banca Superação, no Canela, e entregou um punhado de moedas, totalizado R$ 1,75, e saiu bem informado e prevenido contra à covid-19. Isso porque, quem comprou o jornal CORREIO neste sábado (13) ganhou de brinde uma máscara de pano reutilizável, feita com duas camadas de tecido, para reforçar a proteção contra a doença.

“Na minha idade, todo o cuidado é bem-vindo. Sou consumidor de boa leitura. Compro sempre o CORREIO nessa banca, mas vim mais cedo para garantir o meu jornal porque hoje tem a campanha. Vou usar a máscara amanhã”, disse o centenário, às 7h45, pouco antes de seguir lentamente de volta para casa. Ele foi um dos últimos a aderir o jornal da banca.

Severiano, 100 anos, apresenta as moedas na banca (Foto: Bruno Wendel/ CORREIO)

Essa foi a terceira vez que o CORREIO promoveu a ação e novamente todos os exemplares esgotaram em três horas. Quem não conseguiu comprar as edições físicas nas bancas, pode ler as notícias no portal correio24horas. O conteúdo está disponível para os assinantes.

“Não teve para quem quis. Assim que abri a banca, já tinha gente esperando para comprar. Normalmente são clientes mais velhos que estão no grupo de risco e a máscara é muito importante para eles. Seu Severiano, por exemplo, os filhos tentam prendê-lo em casa, mas ele sai todos os dias”, disse Jeane Santos Rodrigues, 32, funcionária da Banca Superação, localizada na Rua Marechal Floriano, no bairro do Canela.

Jeane contou que a procura foi maior que a oferta (Foto: Bruno Wendel/ CORREIO)

Na Banca Nilo, na Praça Inocêncio Galvão, no Largo Dois de Julho, o idoso Roberto Palmonives, 70, garantiu o penúltimo jornal às 7h20. “Levantei da cama, tomei um banho e vim logo. Essas coisas acabam rápido”, disse ele. Dez minutos depois de a equipe do CORREIO deixar o local, a dona da banca informou que não havia mais jornais. “Acabou de acabar”, disse por telefone Jacira Caldas Figueredo, 40.

Roberto comprou de Jacira um dos últimos exemplares (Foto: Bruno Wendel/ CORREIO)

No Campo Grande, às 8h, Daniela Moraes, 31, funcionária da Banca King’s exibiu o único exemplar do CORREIO. “Só tenho esse, mas não sei até quando. E o interessante é que os clientes chegam aqui só para comprar o jornal e depois acaba levando mais alguma coisa, já que a banca tem uma variedade de produtos”, disse Daniela. Pouco depois de o CORREIO deixar a banca, Daniela sinalizou que tinha acabado de vender o último exemplar.

Ainda no Campo Grande, a Banca Chagas, vendeu todos os jornais do CORREIO em meia hora. “Assim que abri, não durou muito tempo. Já tinha gente chegando e garantindo seu jornal junto com a máscara”, pontuou Alex Miranda, 32, funcionário.

O jornal CORREIO tem em média 500 pontos de venda na capital e 100 pontos no interior do estado. Em Salvador, o proprietário da Banca Redenção, na Cruz da Redenção, comemorou as vendas dos 50 exemplares. “Abri às 5h50 e às 7h não tinha mais nada. Tinha gente levando dois, três. Até agora tem gente procurando”, declarou Gabriel Barreto, 47, por volta das 9h.

Jornais esgotaram em 3h (Foto: Leitor CORREIO)

O sucesso da ação, pela terceira vez, foi comentada pelo CORREIO. “Estamos sempre pensando nos leitores e parceiros, além de levar para população informação de qualidade ainda distribuímos produtos que são úteis e estreitamos o relacionamento com nossos pontos de vendas”, declarou Ricardo Freitas, supervisor de vendas do jornal.

Desta vez, a produção das máscaras foi viabilizada através de parceria com o Hapvida, o maior operador de planos de saúde do Norte e Nordeste. 

Além de informação qualificada e reportagens exclusivas sobre o que está acontecendo na Bahia e no mundo, os leitores terão em mãos um equipamento de proteção muito útil neste momento. As máscaras de tecido que vão acompanhando a edição têm confortável encaixe de orelha, dispensando elásticos e dando lugar a uma corda para amarrar atrás da cabeça. O preço do jornal não sofreu alteração e foi possível levar tudo por R$ 1,75. 

Fonte: Correio