Falta de alumínio para produção de latinha atinge a gigante Coca-Cola

Grandes redes de varejo em toda a Bahia começaram a enfrentar de modo intenso problemas de abastecimento de produtos por escassez de embalagens junto aos fabricantes. O problema afeta basicamente os setores de bebidas, em especial, por falta de alumínio suficiente para a atender a demanda por enlatados, e atingiu duramente gigantes do ramo, como a Coca-Cola. Recentemente, a companhia distribuiu um comunicado aos clientes brasileiros para informá-los sobre a existência de dificuldades para abastecimento regular de bebidas em lata, “não somente em algumas regiões do país, mas também em todos os mercados mundo afora”. 

Conjunto da obra
No comunicado, a empresa condicionou a falta de bebidas em latas a três fatores: salto nas vendas da indústria após a reabertura dos mercados, aumento na procura por esse tipo de embalagem e necessidade de recompor o estoque dos insumos que tiveram produção afetada durante o pico da pandemia.

Efeito dominó
Outro setor afetado pela falta de embalagens no mercado é o de alimentos. Embora latas de alumínio sejam o problema mais urgente, já há sinais de falta de produtos acondicionados em alguns tipos de plástico e também de papelão. À Satélite, executivos de redes de hipermercado na capital confirmaram a escassez de itens alimentícios por escassez de embalagens. Nesse caso, a carência é atribuída à preferência dos fabricantes por exportar esse materiais, fruto do dólar mais alto.

Banco Faroeste
Ao pedir à Justiça uma nova prisão preventiva do falso cônsul da Guiné-Bissau Adailton Maturino, apontado como mentor do esquema investigado pela Faroeste, o Ministério Público do Piauí relatou que, quando ele foi preso em flagrante em 2014, tinha em mãos uma grande quantidade de cheques em branco no nome de uma empresa.

Marca de batom
Para o MP do Piauí, o material apreendido com o falso cônsul da Faroeste é um  “forte indício de que tais cheques abastecem a indústria da fraude, da qual o citado réu faz parte”.

Pista liberada
O governo do estado perdeu no Supremo mais um round na briga travada com a empresa TransBrasil por conta do veto à circulação de ônibus interestaduais na Bahia durante a pandemia. Por maioria, a Corte negou recurso do estado contra o resultado do julgamento que suspendeu provisoriamente a proibição imposta pelo governo. Prevaleceu o voto do relator, ministro Dias Toffoli, que disse inexistir prova científica de risco à saúde e de dano à ordem administrativa do Executivo.

Puxada de rede
O deputado federal Leur Lomanto Júnior (DEM) virou o principal cabo eleitoral do candidato do PP em Jequié, Zé Cocá, entre parlamentares da oposição. Ontem, convenceu o deputado estadual Sandro Régis (DEM), líder da minoria na Assembleia, a anunciar apoio ao pepista.

“Nesse momento, cabe ao governo do estado amparar seus cidadãos de baixa renda, dando-lhes condições para melhor atenuar os impactos dessa crise sanitária, social e econômica” – Marcelino Galo, líder do PT na Assembleia, após a bancada solicitar a prorrogação do pagamento das contas de luz e água de famílias pobres

Fonte: Correio