Professores da rede municipal terão férias coletivas em novembro

Os professores e funcionários da educação da rede municipal entrarão em férias coletivas no mês de novembro. A decisão anunciada pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, nesta sexta-feira (30) acompanha a determinação do governador Rui Costa de colocar em férias também os professores da rede estadual a partir da terça-feira (3).

“Somos provedores do Ensino Fundamental e Educação Infantil. Como não há perspectiva do retorno em novembro, estamos antecipando as férias para novembro porque, já a partir de dezembro, pode ser que haja alguma condição de ir retornando as coisas. Mas como não há nenhuma perspectiva para retorno em novembro, estamos adiantando e dando férias coletivas já esse mês”, explicou ACM Neto.

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ACM Neto explicou que haverá uma folha extra de pagamento já que o referente ao mês de novembro já havia sido fechado. Assim, a prefeitura fará uma nova folha para pagar as férias ainda em novembro.

Rede estadual
A decisão das férias da rede estadual foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (30). As férias serão de 30 dias seguidos, até o dia 2 de dezembro, por conta da pandemia do coronavírus. Segundo o governo, 17 estados do país já concederam períodos de 15 dias de férias para os professores e outros três estados, de 30 dias.

A medida se aplica a 33.391 servidores, sendo professores, vice-diretores e coordenadores pedagógicos do quadro do magistério público estadual; os contratados pelo Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), que atuam no exercício das funções do magistério; e os profissionais da Educação que estão no exercício da função de mediador, de intérprete de Libras, de brailista, de instrutor de Libras, de cuidador, de técnico de atendimento de Educação Especial – AEE, de preceptor e de nutricionista, nas unidades de ensino da rede estadual. A exceção é para diretor escolar. O pagamento relacionado ao 1/3 das férias será feito em folha extra.  

As aulas na rede estadual de ensino foram suspensas no dia 15 de março e permanecem suspensas pelo menos até 15 de novembro, segundo último decreto do governo sobre o tema. A data de retorno ainda não está definida e vai depender das condições de segurança.

Fonte: Correio