Bahia registra 30 mortes e 1.284 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas

A Bahia registrou 30 mortes e 1.284 novos casos de covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%) em 24h, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) no final da tarde desta sexta, 1. No mesmo período, 1.519 pacientes foram considerados curados da doença (+0,3%). Dos 494.684 casos confirmados desde o início da pandemia, 479.717 já são considerados recuperados, 5.808 encontram-se ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22,51%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (10.338,30), Muniz Ferreira (8.434,38), Conceição do Coité (8.432,41), Jucuruçu (8.152,53), Pintadas (8.019,55).

Na Bahia, 36.716 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos

O boletim epidemiológico desta sexta contabiliza 30 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 9.159, representando uma letalidade de 1,85%. Dentre os óbitos, 56,58% ocorreram no sexo masculino e 43,42% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,81% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,91%, preta com 14,62%, amarela com 0,68%, indígena com 0,13% e não há informação em 10,85% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 70,74%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,53%).

Fonte: Correio