Espetáculo O Museu é o Rua ganha temporada virtual nos sábados de abril

Poesias burlescas, de levantes hip hip e outras tecnologias artísticas fazem uma leitura afrodiaspórica, periférica, social, poética e crítica de hermas/monumentos espalhados pelas praças públicas da capital. Este é o levante dramatúrgico de O Museu é a Rua, montagem com texto e direção de Fabrício Brito e idealizado pelo grupo de arte popular A Pombagem, que faz temporada virtual sempre aos sábados de abril, de 3 a 24, sempre às 14h, pela fanpage do projeto O Museu é a Rua no Facebook. Depois da exibição do espetáculo, acontece uma sessão de bate-papo, às 19h, no Instagram do grupo.

A cada praça, a dramaturgia coringa homenageia um artista e/ou personalidade conforme a seguinte
programação: na Praça dos Trovadores (Fazenda Grande do Retiro), no primeiro sábado (3) será o compositor Catulo da Paixão Cearense; no Largo da Soledade (Liberdade), no dia 10, em que está localizada a Estátua a Maria Quitéria, o grupo homenageia as mulheres que participaram da Independência da Bahia.

Já no dia 17 de abril, no Busto a Labatut, no Largo da Lapinha (Lapinha), é a vez do espetáculo
de caráter educativo patrimonial homenagear caboclos e guerreiros que participaram do Dois de Julho. Para encerrar seu desfile artístico, no dia 24, O Museu é a Rua vai saudar o escritor, jornalista, advogado e poeta preto Luiz Gama, no Largo do Tanque, para recitar seus versos e Trovas Burlescas, festejar a importância deste para o povo preto e sua libertação.

Fonte: Correio