Apple comemora 45 anos e fãs baianos contam porque adoram a marca

Uma maçã. Sem chistes ou reflexões. Maçã = apple, em inglês. Simples. Em 45 anos, comemorados no último dia 1º de abril, a Apple buscou sempre inovar para simplificar a vida dos usuários, utilizando para isso, claro, uma tecnologia de ponta. Desde o Apple I, o primeiro computador criado por Steve Wozniak e Steve Jobs (1955-2011), a empresa se tornou referência em inovação, gerando produtos que enchem os olhos dos empolgados fãs.

A cada lançamento da Apple, filas se forma(va)m em busca de conhecer produtos que nos remetem a um futuro de filmes e histórias em quadrinhos. Alguns deles, revolucionários: iMac G3, iPod, iPhone, Apple Watch, MacBook Air… Quase sempre ideias que faziam os concorrentes pensar “como não imaginei isso antes?” e resetar projetos em andamento para tentar alcançar a empresa (o Android teria surgido assim, inclusive).

iMac G3, lançado em 1998 e visto como salvação da Apple, àquela época, em maus lençóis financeiros (Foto: Divulgação

Alguns fãs não se definem como applemaníacos, e nem todos são, efetivamente. Mas a simplicidade no manuseio e a interação em entre os produtos da marca são unanimidade nos clientes ouvidos pela coluna.

O advogado João Paulo Oliveira, 42 anos, garante não entrar em discussão para defender a Apple. Entretanto, não se vê comprando produtos de outra marca. “Eu posso dizer que sou dependente da Apple enquanto base tecnológica de comunicação. Mas não sou que nem aquelas pessoas que correm para comprar qualquer lançamento. Eu troco apenas quando há necessidade”, explica.

A relação dele com a ‘maçã’ começou em 2010. “Eu achava que era besteira pagar caro pela Apple. Mas uma certa vez eu fui na minha operadora e me ofereceram uma iPhone 4. Aí eu apaixonei”, conta João Paulo. “Era uma ideia nova de celular que tinha tudo e ao mesmo tempo que você podia fazer uma personalização incrível com os diversos apps”, relembra ele. Daí, passou pelo 6, pelo 8 e agora possui um iPhone 11 Pro.

A facilidade de uso fez o advogado buscar outros produtos da marca, quando encontrou seu atual xodó: um MacBook Pro. Antes teve um MacBook Air e um iPad, e ainda possui um Apple Watch. “Acho fantástica a integração entre os aparelhos. Difícil dizer que mais gosto, mas apostaria no MacBook. É sensacional o sistema operacional. Acho que não me acostumo mais ao Windows”, crê ele. 

Apple Watch sobre um iPhone, AirPods e MacBook (Foto: Divulgação)

O também advogado Felippe Borges, 26, acabou caindo na lábia da irmã. “Ela comprou um iPhone e vivia falando bem. Meu primeiro produto foi um iPhone 4. Acho que o diferencial dele em relação aos outros modelos de celular é a praticidade – tudo meio intuitivo”, opina. Hoje, ele ainda possui um iPhone XS Max, um MacBook Air e um Apple Watch, além já ter tido um iPad.

Atleta da seleção brasileira de caratê, Williames Souza tem nos produtos da Apple um grande companheiro das viagens que faz(ia) para campeonatos pelo país e pelo mundo. “Meu primeiro smartphone foi da Apple, na época o iPhone 3GS. Sempre fui muito ligado a tecnologia, então sempre tentei acompanhar de perto as novidades da área. Meu primeiro contato com um telefone inteligente foi com um da Apple e acabei me viciando na marca e nos produtos da empresa”, conta.

Depois de ter vários modelos, o celular atual é um iPhone X, seu favorito entre todos os produtos da marca: MacBook Air, AirPods e Apple Watch. “O que mais gosto acho que é a facilidade de usar todos os dispositivos, acho tudo muito intuitivo e de fácil navegabilidade… a integração entre eles também é um ponto importante, acho que tudo isso facilita demais o uso no dia a dia… além disso o design sempre me chamou atenção, mais minimalista”, explica.

Steve Jobs (1955-2011), no lançamento do primeiro iPhone, em 2007 (Foto: Divulgação)

Em mensagem sobre os 45 anos da Apple, o atual CEO da empresa, Tim Cook, lembrou uma frase marcante de Steve Jobs, engenheiro alçado a categoria de mito pelos fãs da ‘maçã’, que ele ouviu há algum tempo e permanece ‘sendo verdade’, segundo Cook: “Tem sido uma jornada incrível até agora, mas nós mal começamos”. Parabéns, então, à Apple, fundamental no mundo da tecnologia. 
 

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Páscoa com Alexa

A Apple tem sua assistente inteligente Siri, mas ela não conseguiu ter a mesma popularidade da ‘colega’ Alexa, da Amazon, um verdadeiro fenômeno. Nesta Páscoa, a empresa formulou skills especiais, principalmente para as crianças, que adoram Alexa. Ou seja é só perguntar frases como ‘Alexa, quantos anos têm o coelho da Páscoa?’, ‘Alexa, onde mora o coelho da Páscoa?” ou a minha favorita ‘Alexa, conte uma piada sobre a Páscoa’ para que a assistente nos encha com boas informações – e provoque algumas risadas.

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Pra quem gosta de Cavaleiros do Zodíaco…

O desenho Os Cavaleiros do Zodíaco foi um marco para crianças e adolescentes dos 90, sobretudo. Mesmo com pouca penetração no público gamer mais novinho, Seiya e companhia continuam por aí. O jogo Lords Mobile, RPG de batalha em tempo real para smartphones, anunciou uma colaboração para lá de especial com o desenho: por tempo limitado, Seiya de Pégaso vai aparecer no game como um herói. Quer mais? De acordo com a assessoria de Lords Mobile no Brasil, quem baixar o jogo por esse link aqui, ganha o equivalente a US$ 200 em itens in-game. Confere aí.

Fonte: Correio