Um repórter de televisão está processando a rede Globo por assédio moral. De acordo com a ação judicial, o profissional afirma que sofreu constantes cobranças por parte dos superiores, que exigiam resultados cada vez maiores, além de humilhações e julgamentos diários de sua performance. O repórter afirma que a situação o deixou em um estado de constante ansiedade e que, em alguns momentos, chegou a pensar em desistir da profissão.
Em sua ação, o repórter afirma que a cultura de cobrança e pressão presente na televisão é cruel e que a empresa deve ser responsabilizada por suas práticas. Ele diz que não é o único profissional que passa por situações semelhantes e que a cultura de assédio moral precisa ser combatida e erradicada.
O repórter afirma que a Globo deveria ser um ambiente de apoio e incentivo à produção de boas reportagens, mas, na verdade, ele afirma que é constantemente pressionado e submetido a julgamentos injustos. De acordo com ele, a cultura de pressão afeta não apenas a saúde mental dos profissionais, mas também a qualidade do trabalho que é produzido.
A Globo se defende das acusações, afirmando que a empresa é comprometida com a saúde e o bem-estar de seus funcionários e que não tolera práticas de assédio moral. A emissora afirma que está ciente da situação e que está trabalhando para resolver o problema.
No entanto, a ação judicial do repórter chama a atenção para a cultura de pressão e cobrança presente na televisão e para a necessidade de mudanças nesse ambiente. Ele afirma que a televisão precisa ser um lugar onde os profissionais possam trabalhar sem medo de sofrer com assédio moral e que as empresas devem ser responsabilizadas por suas práticas.