Pedro Rodrigues Filho, também conhecido como Pedrinho Matador, um notório assassino em série brasileiro, foi assassinado a tiros e teve seu pescoço cortado na manhã de domingo, 5 de março. Ele foi morto na calçada em frente à casa de seus familiares em Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, de acordo com informações contidas no boletim de ocorrência.
A polícia militar foi alertada sobre os disparos de arma de fogo na Rua José Rodrigues da Costa, no bairro Ponte Grande, e sobre a possibilidade de uma pessoa ter sido atingida pelos tiros. Testemunhas informaram também que os suspeitos teriam fugido em um carro preto. Em outra chamada, a PM foi informada que o veículo em questão teria entrado na Estrada da Cruz do Século.
Os policiais militares foram ao local e encontraram o carro abandonado na estrada com munição de pistola aparentemente intacta no assoalho. As investigações ainda estão em andamento, mas não há informações sobre a autoria ou motivação do crime.
Pedrinho Matador ficou conhecido por cometer uma série de assassinatos brutais. Ele alegava ter matado mais de 100 pessoas, incluindo seu próprio pai e a namorada de infância. Em 2007, ele foi condenado a 126 anos de prisão, mas a pena foi reduzida para 47 anos devido à legislação brasileira que estabelece um limite máximo de cumprimento de pena em 30 anos. Ele foi libertado em 2018, após cumprir 42 anos de prisão.
Sua morte põe fim a uma história sombria que aterrorizou o Brasil durante décadas, mas também traz à tona questões sobre segurança pública e justiça criminal no país. O caso de Pedrinho Matador é um exemplo de como o sistema brasileiro de justiça criminal muitas vezes falha em proteger a população de criminosos perigosos e em garantir a punição adequada por seus crimes.